Existe a lei do eterno retorno de Nietzsche que para mim é genial: ele questiona, se a vida fosse uma constante repetição de eventos, um looping eterno de acontecimentos iguais, você se arrependeria de suas decisões passadas e do que você viveu? Você aceitaria viver tudo novamente? E novamente, e novamente, eternamente?
É uma pergunta.
Pense sobre sua resposta.
Se quiser, compartilha aqui comigo.
Talvez nesse momento você comece a fazer mais trilhões de outras perguntas para responder a primeira ali de cima, eu mesma já estou me fazendo, ha algum tempo.
Por exemplo, para se decidir sobre esse assunto, como posso eu medir o estado dos eventos, se foram bons ou ruins, para querer de fato repeti-los eternamente?
Uma das formas, já respondo, é você criar uma régua para medir, certo?
Mas como?
Talvez começando com um filtro simples: quando um instante de vida é bom para você?
Para mim, é quando eu desejo que ele nunca acabe.
E desses instantes eu tive uma porção. Confesso.
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