17 de março de 2026
15 de março de 2026
14 de março de 2026
Aliás, hoje é o dia do 𝜋
Parabéns Pi. Tenho certeza que você é especial, sem você uma porção de invenções tecnológicas não aconteceriam. O que é mais curioso 𝜋, é que até mesmo o Google fez homenagem pra ti, só que esqueceu de citar seus feitos, suas conquistas, sua real utilidade. Mais uma vez 𝜋, nos ancoramos em informações e fundamentos rasos, quase vazios, como nós, não é mesmo? Uma pena, mas o que eu posso te dizer? Apenas parabéns pelo seu dia!
Ainda sobre contar os dias, as horas, os minut...
Existe a lei do eterno retorno de Nietzsche que para mim é genial: ele questiona, se a vida fosse uma constante repetição de eventos, um looping eterno de acontecimentos iguais, você se arrependeria de suas decisões passadas e do que você viveu? Você aceitaria viver tudo novamente? E novamente, e novamente, eternamente?
É uma pergunta.
Pense sobre sua resposta.
Se quiser, compartilha aqui comigo.
Talvez nesse momento você comece a fazer mais trilhões de outras perguntas para responder a primeira ali de cima, eu mesma já estou me fazendo, ha algum tempo.
Por exemplo, para se decidir sobre esse assunto, como posso eu medir o estado dos eventos, se foram bons ou ruins, para querer de fato repeti-los eternamente?
Uma das formas, já respondo, é você criar uma régua para medir, certo?
Mas como?
Talvez começando com um filtro simples: quando um instante de vida é bom para você?
Para mim, é quando eu desejo que ele nunca acabe.
E desses instantes eu tive uma porção. Confesso.
9 de março de 2026
O dia para se comemorar um dia
Nada, nunca, me fez menos sentido do que existir um dia para se comemorar o "dia internacional da mulher", principalmente nesse ano do calendário gregoriano de 2026, ano em que completo 44 anos. Aparentemente o que a história conta, é que esse dia foi criado a partir de diversas lutas feministas, desde meados de fevereiro de 1909, com a finalidade de lembrar as conquistas sociais, políticas e econômicas das mulheres, independentemente de divisões nacionais, étnicas, linguísticas, culturais, econômicas ou políticas.
Do alto da minha escassa racionalidade, o fato de existir o dia para se comemorar o dia da mulher, não é, ou não deveria ser uma questão para mim, deveria ser como qualquer outro dia do calendário. Não deveria nem mesmo eu dedicar meu tempo e pensamento para refletir sobre ele, que viagem! Mas vejam que ironia, não foi e não é assim que funciona. Esse acontecimento de atravessar a data, principalmente no dia de ontem, em meio a anos complexos em termos de violências (feminicídios, genocídios, estupros coletivos, guerras, entre outros), culminou em grande mal estar dentro de mim, e não somente por que o acho tão sem nexo, sem sentido, sem razão. Provavelmente ele contém algum outro gatilho mais profundo, que me exagerou a dor psíquica.
Confesso que todos os anos anteriores, desde que essa questão surgiu à tona: a de se "comemorar o dia da mulher", sempre fez surgir em mim uma sensação estranha, uma dubiedade, um borbulhar interno, misto de excitação com estranhamento, desconexão, algo de estranho e também desconhecido, do tipo: me felicitavam por esse dia, e eu não sabia o que dizer, sem nem ao menos ressoar um "obrigada" como resposta. Ao passo que sempre ao se aproximar essa data, o mesmo esquema afetivo, emotivo, degradante sentimental vinha à tona. E por que? Me questiono.
Estava eu agindo conforme ao que se era esperado de uma mulher nessa situação: sorrir ou enviar um coraçãozinho como resposta às mensagens? Estava eu sendo sincera com aquela comunicação muitas vezes atravessada por homens e mulheres que apareciam "do nada" para me felicitar? Que estranho eu ter que conviver com tamanha hipocrisia anual, pensava eu. E começava a me questionar o porquê estava sentido tudo aquilo. Se não havia e nunca houve importância alguma para mim, o que seria todo esse pesar de algo que nada era?
Na verdade essa reflexão posta em palavras só ocorreu, realmente, agora, quando consegui vomitar tudo o estava dentro de mim, fermentando. O que me ocorreu nessa instancia da vida foi que, juntei os acontecimentos recentes, tanto os meus pessoais, como os do mundo civilizatório contemporâneo, aos meus estudos atuais, culminando em teorias existencialistas de Sartre, o constante instante do devir de Nietzsche, o niilismo pessimista de Schopenhauer, as profundas e complexas teorias sobre as diferenças de gênero de Simone de Beauvoir, o erotismo de Bataille, as relações de poder sobre os corpos de Foucault, a modernidade líquida de Bauman e as questionáveis construções da linguagem pós-socrática cristã, cartesiana, exclusivista e finita, tão exaltada por Viviane Mosé entre outros grandes filósofos, historiados e pensadores modernos que são meus melhores amigos.
Ufa. Talvez tenha esquecido de mais uma porção deles e outros conceitos que me atravessam o ser diariamente. O fato é que: QUE PORRA é essa em que, homens e mulheres, do alto de suas vidas insignificantes e medíocres, acreditam que se deve parabenizar outro ser, cuja palavra denominada mulher é ao mesmo tempo assassinada, aniquilada, desqualificada, objetificada, subjulgada, escravizada, reduzida a uma mercadoria barata, que se pode manipular à vontade? Simplesmente NÃO FAZ SENTIDO ALGUM! Sério que existe alguém que não vê isso? Acho que me fiz clara, mas caso você que, me leu até aqui, não tenha compreendido a minha linha de raciocínio, pode questionar, abrirei o debate com maior prazer.
Portanto, não me venha com rosa, parabéns, blablabla qualquer. Antes de tomar meu tempo e o seu, pense. Reflita, tente adquirir algo que vejo com tão pouca frequencia nas pessoas, ultimamente, a capacidade de pensar, de imergir dentro de si, de tomar consciência da realidade que o cerca. Sei que é complexo viver dentro da nossa bolha civilizatória nos tempos de hoje, mas penso que se eu não falasse tudo isso ficaria novamente trancado em minha garganta e eu passaria o próximo ano pelo mesmo episódio de nojo e asco de todos os outros anos anteriores.
E aproveito essa janela de oportunidade midiática para AGRADECER imensamente aqueles que permanceram e seguiram suas vidas sem perder seu valoroso tempo em me parabenizar pelo dia mais ridículo de comemorar o dia de ultimamente.
Afinal de contas quem criou o dia dos dias mesmo? Por que há, afinal de contas, essa necessidade de se ter um dia dos dias para se comemorar? Tipo contar o tempo nada mais é que apenas olhar para o tempo que falta, ou o tempo que já passou, e nessa equação falta tudo, falta realidade, falta presença, falta senso de empatia, falta inteligência, falta respeito, falta amor próprio, falta muita coisa.
16 de fevereiro de 2026
hoje eu quero apenas uma pausa de mil compassos
quem sabe de tudo não fale, quem não sabe nada se cale.
5 de fevereiro de 2026
Poema para dormir e sonhar (ou nunca mais acordar)
De repente eu me vi inútil,
me vi pequena, me vi
pouca.
De repente,
eu já não era mais suficiente.
Só mais um ser humano
como qualquer outro
que só está aqui nesse planeta pra consumir,
pra comer a terra, a natureza toda
e cagar.
E cagar regras,
cagar ovos,
cagar caquis,
cagar bobagens.
De repente tudo que eu faço é desperdício,
é fútil, é ridículo, é sem sentido.
De repente me fiz em produto
dessa cultura que me fez objeto,
me fez tão objeto.
De repente,
minhas coisas são dispensáveis.
Minha existência só existe na minha cabeça.
Se eu não existisse, não faria a mínima diferença.
De repente, eu sou um nada,
um papel em branco, um vazio estranho.
Um sopro que pode ser tranquilamente dissipado,
sem saudade,
sem tempo,
sem hora,
sem passado,
sem corpo,
sem pudor,
sem saco,
sem estrutura,
sem chão.
De repente, me vi vagando.
Um ser de desperdícios, de consumo,
de gastos, de nada.
De repente me vi morta e pensei que tanto faz.
Minhas lágrimas não são rio,
não vazam para o oceano,
nem ao menos molham as plantas.
De repente me vi em excesso,
me vi sobrando, me vi gordura,
me vi puta, me vi sem mim.
Agora eu vou dormir e,
de repente, eu vou pedir para não mais acordar,
para parar de ocupar o lugar de alguém que
poderia ser.
Perdi a fé no todo,
na coragem, no amor,
no mundo,
nas deusas.
De repente, então,
não mais acordar.
Talvez eu possa, então, começar a existir.
Boa noite, meus amores.
De uma coisa vocês podem ter certeza,
eu as amei. Do maior amor que a minha era possível,
Ana Clara e Catarina,
vocês são o que eu entendo como,
pelo menos, um ponto de Deus
que me fez ao menos sonhar.
15 de janeiro de 2026
Macaco bugio na rua peroba
Idiota! (mas a entonação é rápida e forte,
em um tom de aspereza sarcástica,
uma piada interna)
Que saudade!
3 de janeiro de 2026
Psicopata secundária... quem? eu? 👀
Hey, professor shashanim, como assim??
Eplique-se!
Não cabem aqui e agora, preciso de mais tempo refletindo sobre isso.
Para quem quer saber sobre o assunto do video:
1 de janeiro de 2026
2025: o ano da chacina.
Relato confessional:
Minha primeira vítima, Jessica, foi assassinada na data do dia 19 de março de 2025. Jamais esquecerei desse episódio em que, com apenas um único tiro, acertei em cheio seu coração, que veio a explodir.
Não sobrou nada dele para contar a história de como ela era: um ser tolerante, resiliente e amável. Também bem gorda, bem feliz, bem inocente, bem prepotente, bem cega, bem deslumbrada, bem tantas coisas assim meio medíocres era ela, tadinha.
No ato, vestia uma saia de tule violeta para o carnaval, um body de lingerie rendado preto, talvez trajasse umas orelhas de coelha que faziam parte da máscara que comprara na véspera para usar em situações íntimas com seu até então "marido", como ele se intitulava, já que a atribuíra o papel de esposa.
Pula para o funeral: ato digno de aplausos e surpresas, coroado com muitas tintas, cola fresca, bagunça criativa, descobertas artísticas e psíquicas. Passado esse feito então, Jessica foi devidamente enterrada e novamente encaminhada a seu lugar de origem.
Depois dela, outras mortes foram-me encarregadas e belamente assim cumpridas: assassinei a sangue frio o tal "marido" da Jessica que, lenta e gradualmente, teve uma morte pública, exposta e assistida por uma série de pessoas, as quais vibraram com cada faca enfiada, cada corte mais fundo, até que dele não sobraram muitos pedaços para compor em um caixão. Para tanto então, acabou sendo conduzido e transferido para o seu castelo em outra cidade.
Naquele momento, o gostinho pelo crime e o fato de tirar a vida das personas, começou a me parecer um tanto bom, inevitável e muito satisfatório.
Os subsequentes foram vindo em uma cadeia de revelações cronológicas. No caso, sem o marido e sem a esposa vivos, obviamente sobrou para o relacionamento. Esse eu matei com gosto. Foi uma forma de morte cruel, deliciosa. Poderia dizer que foi quando comecei a entender Hannibal Lecter um pouco melhor (pausa para a quebra da quarta parede: nesse exato momento vou para o google pesquisar qual a melhor ordem de assistir a trilogia dos filmes sobre ele hehehe).
O tal relacionamento estava em negação profunda, houvera um abismo onde ele se meteu, e nada o fazia sair dali, talvez ele quisesse mesmo se matar. Passando fome, frio e já muito fraco, ficava lá nas profundezas sombrias e eu aqui de cima, como espectadora da tortura toda. Passou alguns meses agonizante até morrer de inanição, ou calor extremo, não sei dizer qual foi a causa principal. Eu apenas o deixei lá para sofrer, de tudo isso mesmo. Quando parou de emanar qualquer sinal vital, tirei-o de lá e o cremei, sem dó, nem orações, sem despedidas fúnebres, sem espectadores ou almas benevolentes que pudessem orar para seu encaminhamento pós mortem. Ok, menos um. Próximo.
Talvez no próximo eu seria mais atuante e cruel, sentia falta já de agir com força bruta, sabe? E a resposta veio sem muito pensar: que tal assassinar a família toda? Hummm, quem nunca quis fazer isso, confesse-me! Já ausentes de seus membros primordiais, não havia qualquer motivo aparente para a "tal família" continuar existindo, lá fui eu para mais essa árdua missão.
Sinceramente a família foi de todos, o mais fácil de matar. Precisava só de uma arma bem letal de longo alcance para garantir que a missão seria bem sucedida de fato, e assim o foi. Querem saber como? Ficaram curiosos? Ahhhh essa parte da história, só conto mediante pedido nos comentários, meus amados leitores, apesar de ser um blog 18+, preciso avisar que não é uma leitura moderada. Portanto, os corajosos que se atrevam. Só posso dizer que transfigurada estava a família, sem caixão aberto, apenas uma coroa de flores do campo com os dizeres lamentáveis normais os quais todos já estão acostumados.
Mas voltando a mãe, quando me deparei com a falta dela, entendi muita coisa sobre mim mesma. Milhares de fichas estarrecidas no chão brilharam em insights gigantes e profanos. E a partir deles pude entrar em uma porta que até então parecia uma parede, um fim de túnel, só que não. O episódio da mãe, de seu sumiço e seu assassinato será em outro capítulo, outra texto, outro relato. Ele é muito especial para simplesmente ser esquecido e depois lembrado, quiçá ser apenas um parágrafo nessa história que apresento a vocês.
Começo a rir sozinha já imaginando algumas pessoas dizendo: olha aí, ela confessando tudo! A patética, a maluca, a desocupada e agora criminosa! Tá mais que provado por aqui o quanto ela merece estar presa, ou pelo menos com restrições, internada talvez. Pobres criaturas... que não enxergam além do seu próprio rabo, que se esmeram em tornar suas vidas banais, apenas uma reprodução de tudo e de todos. Pessoas que não possuem alguém por dentro, são sem identidade, sem imaginação, sem vida, sem nada. Tenho pena de vocês hahahaha.
Finalizando sem rodeios, somos a única espécie (homo sapiens) que tem a noção da própria morte, que ela existe e que chegará algum dia, muito em breve, eu diria. E se tem algo que me intriga é, pensar e tentar entender nossa capacidade psíquica gigantesca de, matar pessoas elas ainda estando vivas em vida. Sabe que sinto que somente o ser humano consegue fazer isso? Penso também que, se por acaso você quiser saber, eu não sinto nada em relação aos assassinatos em si, nem arrependimento, nem remorso, nem raiva, nem alegria. nada.
E sendo um pouco mais detalhista nesse momento, fazendo aquela analise sobre o ano que passou, 2025 foi o ano da chacina real, mas foi mesmo o ano em que eu me tornei uma assassina. Sim, de fato, assumo e não estou preocupada com isso. Pense o que você quiser. Então posso agora também observar que me volto para o luto. Desde o luto do meu pai, (que por favor, não fui eu quem matou ok?) que foi eu quem o conduziu até seu último suspiro (terá um capítulo sobre ele, a parte também), depois o luto da Jessica, o luto do marido, da esposa (que acabei esquecendo como foi de tão insignificante), o luto do relacionamento, o luto da família, da mãe, e de tantas outras pequenas criaturas que morreram pelo meio desse caminho. Atribuo esse ano a um ano de uma transformação gigante, mortes sucedidas de reflexões, de descobertas, de amadurecimento, de atitudes surpreendentes e consequências abismais.
Aguarde os próximos capítulos.
RJ
vc conhece o site the porn dude?
Não, conta
10:31
eu descobri 2 plataformas
10:38//
meio oldschool indexados no google
10:38 M/
daquele jeito que a gente gosta
10:39 J
e tem muita coisa estranha
10:39 //
e legal 10:39/l
hahahaha 10:39/// bodia 10:39///
depois da uma olhada ali? 10:39Vll ve o que tu acha to indo atras dos dispositivos todos
10:39J
Chegando em casa eu já vejo e te falo
10:40
ta
10:40 //
Hoje
que essa porra de 2026 seja ao menos vivivel
03:07 /
com mais prazeres do que fazeres
03:08V
com mais tiros certeiros (olha ai a dica)
03-08V
e mais vida real e menos matrix (essa é pra mim)
03:08 V
Escrever mensagem...
:D)
Ah! E para alguma alma mortal que não o conheça ainda, apresnto-lhes <3
