Sempre foi uma fantasia (ponto final).
Essa afirmativa me rendeu um dia inteiro de choro exaustivo. Imagine-se você, por um momento de instante, tomar consciência de que, boa parte do que você viveu, não foi real.
E por que que a fantasia não pode ser a realidade?
Por que a fantasia compartilhada não pode ser a grande busca pelo o que podemos ser?
Se em Delfos já estava escrito:"conhece-te a ti mesmo", mesmo sendo um ode à racionalidade Apolonisíaca será que então, essa tão mágica e incrível fantasia não seria a nossa própria busca, a nossa própria jornada?
Será que não seria o espectro "parafernalhoso" um guia para os seres dotados do "ser", configurando-se um, quem sabe, facilitador?
Hum hum Hum, diga para mim.
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